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Orgulho LGBTQIA+

Homenagem aos 50 anos da 1° parada do orgulho LGBT

No último domingo, dia 28 de junho, foi comemorado o Dia Mundial do Orgulho LGBTQIA+ (Lesbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros (transexuais e travestis), Queer, Intersexo, Assexuais e mais).

Essa comemoração acontece anualmente no dia 28 de junho, porque essa data foi marca por um episódio ocorrido em Nova Iorque, em 1969. Naquele dia, aconteceu uma revolta contra a perseguição da polícia às pessoas LGBTQIA+ , revolta essa que durou mais duas noites e no ano seguinte, resultou na organização na 1° parada do orgulho LGBT (sigla adotada anteriormente), que foi realizada no dia 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio.

Hoje, as Paradas do Orgulho LGBTQIA+ acontecem em quase todos os países do mundo e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano. A Parada LGBT de SP por exemplo, acontece à 23 anos e é conhecida internacionalmente pelo seu sucesso. Em 2019, o evento realizado na Avenida Paulista reuniu cerca de R$ 3 milhões de pessoas, 651 mil turistas e movimentou R$ 403 milhões. Segundo levantamento feito pela Secretaria Municipal de Turismo. A Parada de 2019 também registrou aumento de 78% no número de visitantes em relação a 2017, último ano de estudo. Em função do Coronavirus, a Parada de 2020 foi adiada para novembro.

Durante o mês de junho, ocorreram diversas ações que buscam a inclusão da comunidade LGBTQIA+, que infelizmente, ainda é marginalizada de espaços coletivos, como universidades e o mercado de trabalho. A data e o mês servem como um reforço coletivo sobre a importância dos direitos dessa comunidade. Campanhas de conscientização, discussão sobre diversidade e propostas de políticas públicas costumam movimentar o mês de junho, mas você tem consciência sobre a importância dessa luta?

Assim como lutamos contra outros tipos de preconceitos e discriminações que ocorrem na sociedade, é muito importante que apoiemos essa causa, mesmo que esse não seja o seu, ou o meu local de fala.

Como pessoas evoluídas, precisamos cada vez mais respeitar as diferenças e entender que cada pessoa é especial da forma que é. E as pessoas que fazem parte da comunidade LGBTQIA+, infelizmente e muitas vezes, passam por situações de preconceito já dentro da própria família. Você consegue imaginar a dor de um filho(a) que foi rejeitado(a) pela própria família? Você consegue imaginar, como essa pessoa se sente e é tratada pela sociedade? E como as chances dela(e) podem ser menores do que a de outras pessoas? E das batalhas internas que ela(e) mesmo vive para se aceitar e encontrar o seu amor próprio?

Quando lutamos por um mundo mais junto e falamos tanto sobre a importância do respeito, não podemos e não devemos esquecer que, nosso respeito e nosso apoio precisa ser por todas as pessoas.

E esse nosso espaço aqui, que foi criado de mulher para mulher, também se estende a todas as pessoas que nasceram ou não com o sexo feminino entre as pernas. Porque o nosso poder feminino, não é definido por um órgão sexual e todas as pessoas que se identificam com o feminino, sempre estarão sendo abraçadas pelo o que publicamos.

A mensagem do dia de hoje é: Amor é amor e libertada para ser quem realmente somos, é o que nos torna humanos.

Com carinho, Carol

-por Carolinne Oliveira

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